Bruno Falcão
o que realmente é ideal para você?
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Trampo novo, vida nova
http://www.crt.saude.sp.gov.br/folder/ses_crtaids.mmp
Em homenagem ao que senti por você te dedico essa musica
I Just Don't Know What To Do With Myself
The White Stripes
Composição: Burt Bacharach / Hal DavidI Just Don't Know What To Do With Myself
Eu Simplesmente Não Sei O Que Fazer Comigo Mesmo
Se algum amigo meu quer ser homenageado por mim que seja com essa musica
With A Little Help From My Friends
Joe Cocker
Composição: The BeatlesWith A Little Help From My Friends
Com Uma Ajudinha de Meus Amigos
Crítica do que serei
3ª Do Plural
Engenheiros do Hawaii
Composição: Humberto GessingerCorrida pra vender cigarro
Cigarro pra vender remédio
Remédio pra curar a tosse
Tossir, cuspir, jogar pra fora
Corrida pra vender os carros
Pneu, cerveja e gasolina
Cabeça pra usar boné
E professar a fé de quem patrocina
Querem te matar a sede, eles querer te sedar
Eles querem te vender, eles querem te comprar
Quem são eles?
Quem eles pensam que são?
Corrida contra o relógio
Silicone contra a gravidade
Dedo no gatilho, velocidade
Quem mente antes diz a verdade
Satisfação garantida
Obsolescência programada
Eles ganham a corrida antes mesmo da largada
Eles querem te vender, eles querem te comprar
Querem te matar de rir, querem te fazer chorar
Quem são eles?
Quem eles pensam que são?
Jogar a rede... contra a parede
Querem te deixar com sede
Não querem te deixar pensar
Quem são eles?
Quem eles pensam que são?
sábado, 24 de abril de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
Media Training
O Media Training é a capacitação para saber lidar diante de jornalistas quando for entrevistado, visando ser claro e objetivo. Serve de preparo para lidar com a imprensa e se sair bem nas entrevistas. Profissionais públicos são os que mais utilizam essa ferramenta quando desejam ir além das entrevistas fazendo seu marketing pessoal ou da empresa a qual representa. Nós Publicitários somos os que mais devemos nos aproveitar desse meio quando solicitados, é uma oportunidade a mais para a divulgação de um produto ou serviço, por exemplo, e gratuitamente já que o interesse é totalmente da imprensa ter nossa opinião. Hoje as empresas dão mais valor ao Media Training com interesse total em divulgar sua marca, por isso é extremamente importante ter seu profissionais capacitados para que não cometam gafes e deslizes, a má interpretação pode transformar totalmente negativamente a imagem da empresa e/ou do profissional.
A relação do Media Training com um “famoso” tem seus lados positivos e negativos, isso depende muito do “Famoso” que a empresa utiliza. Um exemplo positivo é Cesar Cielo que recentemente teve seu sobrenome “Cielo” nas maquinas de cartões Visa/Visa Electron, pois sua imagem é de vencedor, o que dá ainda mais credibilidade ao serviço de cartões. Já um exemplo negativo é o Ronaldo que é patrocinado pela Nike e foi visto com travestis, fazendo com que tanto sua imagem como da marca ficasse negativa. A imagem que as pessoas tem dos famosos quando alinhadas a uma marca é muito importante, e a responsabilidade desse “famoso” tende ser ainda maior quando se propõe a essa parceria.
O Media Training é totalmente presente em nossa disciplina, a imagem muitas vezes fala por si. Uma foto mostrando indiretamente uma placa publicitária em um assunto positivo constrói uma imagem ainda melhor da marca. Porém os deslizes são cruciais a uma empresa, por exemplo quando o avião da TAM caiu em frente ao aeroporto de Congonhas, os jornais estampavam uma matéria totalmente jornalística como de fato o acidente ocorreu, mas a imagem mostrada eram destroços do avião com o logo da TAM, e que também construíram indiretamente uma imagem negativa da marca.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Metrópolis: a crítica da realidade
No dia 26 de Março o canal de televisão “Discovery Channel” apresentou um documentário chamado “Engenharia Extrema”, discutia como fazer para que cidades tão populosas e superdesenvolvidas criassem mais centros comerciais e residenciais. O maior problema dessas cidades é a falta de espaço e a própria cidade de São Paulo é exemplo disso e, por enquanto, a solução são os inúmeros prédios que estão surgindo. Mas como será no futuro quando não houver espaço
para a expansão dessas cidades?
O documentário cita a cidade de Chicago, que assim como São Paulo futuramente estará enfrentando o mesmo problema. Entretanto algumas soluções já estão sendo apresentadas e a mais audaciosa é a que consiste em um megaespaço subterrâneo, uma nova cidade
por baixo da terra onde existiriam centros comerciais, residenciais, ruas, avenidas, áreas para lazer, etc. Parece loucura, foi o que eu imaginei também, mas curiosamente no dia seguinte assisti ao filme “Metrópolis” de Fritz Lang e cheguei à uma conclusão de que não é impossível. Porque se a arte imita a vida, a vida também pode imitar a arte. Contudo alguns pontos de vista devem ser levados em consideração comparando a ficção e a realidade.
A Proposta de Fritz Lang
O filme mostra uma megacidade dividida em duas. Uma parte era constituída de enormes prédios iluminados, o maior de todos se parecia com a Torre de Babel e era onde ficava o administrador da cidade. Haviatambém clubes, estádios, viadutos e carros para todos os lados. As pessoas eram de alto poder aquisitivo e não trabalhavam, desfrutavam do lazer em cassinos e bordéis, seus filhos eram criados em um lugar parecido com o Jardim do Éden. A outra parte da cidade era subterrânea e chamada de “Cidade dos Trabalhadores”, um lugar com construções de prédios apenas para a moradia e um grande galpão de máquinas. As pessoas que lá viviam apenas trabalhavam e na da mais, dividiam-se em turnos de 10 horas se alternando, e nunca viam a luz do dia.
A visão futurista desse filme coloca em duvida a questão se é possível existir um lugar como esse. Claro que pensando na arquitetura do local é algo totalmente inimaginável, mas sendo um pouco irônico, há um tempo atrás ninguém imaginava que o homem poderia voar em uma aeronave ou até mesmo chegar à Lua. O século XX foi repleto de invenções e avanços tecnológicos e a ambição do homem por continuar evoluindo será eterna.
O filme discute vários assuntos, entre eles Fritz Lang aborda questão social ao colocar essa
divisão literal de classes, algo que talvez a sua realidade já estivesse presenciando. A classe alta não se preocupa ou quer saber quem são os responsáveis pelo aumento de suas rendas, e também pouco enxerga uma falha no sistema. A classe baixa trabalha por obrigação de viver e se um dia ela vier a parar, como de fato acontece no filme, então a classe alta por sua vez virá a quebrar. Mas será que essa questão é só fantasia do filme ou isso acontece nos dias de hoje também?
Outro ponto de auge no filme ocorre quando o administrador da cidade pede para um cientista fazer um clone da mulher que representa a sabedoria na Cidade dos Trabalhadores, e faz desse clone o espetáculo nos bordéis da alta classe. Analisando esse ponto temos um exemplo do quanto o homem é criativo e ignorante ao mesmo tempo, utiliza a tecnologia contra si quando poderia melhorar a vida de toda sociedade.
Conclusão
Algumas necessidades realmente são imprescindíveis como meios de acesso a todos sem discriminação, porém outras são totalmente desprezáveis como a própria cidade subterrânea em Chicago já que essa opção não será de alcance de todos e a superlotação continuará. O avanço da tecnologia ainda faz com que o homem se torne refém dela, uma vez que ele continua pensando em si. As tecnologias mudam, já a forma de pensar do homem é a mesma.



